
Spoiler: não é sobre quem grita mais alto — é sobre quem move a percepção pública.
Planejamento e análise de cenários são partes fundamentais do nosso trabalho no Claritor. Por isso, colocamos algumas figuras públicas em destaque para entender como eventos relevantes impactam suas reputações em tempo real — de forma estratégica e orientada por dados.
E um dos nomes mais mencionados nas últimas semanas era obviamente Alexandre de Moraes, ministro do STF.
Começamos a monitorá-lo há cerca de 15 dias, pois sabíamos que sua imagem entraria em evidência.
O motivo era claro: Donald Trump condicionou a negociação do tarifaço contra o Brasil ao desfecho do julgamento de Jair Bolsonaro — e quem assina a relatoria do caso é Moraes.
Ou seja, havia todos os sinais de que a exposição pública e institucional do ministro cresceria nos dias seguintes.
Mas não queríamos apenas medir volume ou buzz em redes sociais.
Queríamos compreender como eventos institucionais de alto impacto moldam a percepção pública — considerando:
-Como a imprensa cobre os fatos
-Como o público reage nas redes e nas notícias
-E como tudo isso afeta, de fato, a reputação digital da figura monitorada
Definimos então um cruzamento central para a análise: Alexandre de Moraes x Bolsonaro
Os resultados foram:
Reputação média: 5,5/10

Sustentada por 41% de menções neutras, que atuaram como “amortecedor” diante dos picos negativos. Sem elas, a média teria caído, já que 43% das menções foram negativas, puxadas especialmente pelas sanções dos EUA ao ministro.

A decisão sobre prisão domiciliar de Bolsonaro também teve repercussão, mas a reação foi mais dividida: neutra para negativa, com menor carga emocional.
48% das menções vieram de sites de notícias, superando redes sociais — o que reforça o papel da mídia tradicional na formação da opinião pública, especialmente em temas jurídicos e políticos.
Twitter/X ficou atrás, por decisão estratégica: limitamos a captura para focar também em canais com maior profundidade narrativa e densidade argumentativa.
Tudo foi analisado em ciclos de 12h, com filtros semânticos definidos e priorização de conteúdos com maior potencial de viralização e impacto.
E aqui entra a força do Claritor:
Utilizamos uma arquitetura própria de monitoramento baseada em:
–LLMs ajustados para análise reputacional
–IA generativa para interpretação de contexto
–Engines de sentimento calibradas por canal (porque um tweet, uma notícia e um comentário de vídeo têm pesos muito diferentes)
Agora seguimos para a próxima fase:
Expandir o monitoramento para YouTube e TikTok, com leitura de descrições, comentários e legendas.
Porque reputação digital não se mede por volume, mas por contexto, influência e narrativa.
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